Jogos Santa Casa distribuem o maior valor de sempre de 672 milhões a beneficiários sociais

Resultados hoquei patins

Jogos Santa Casa distribuem o maior valor de sempre de 672 milhões a beneficiários sociais

Os jogos da Santa Casa distribuem 672 milhões de euros pelos beneficiários sociais, entre os quais estão o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, o Ministério da Saúde e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), que gere o jogo. Este é o maior valor de sempre no apoio à solidariedade social. Nos resultados financeiros, destaque para o facto de o Estado ter recebido no ano passado cerca de 183 milhões de euros em Imposto do Selo. Segundo a Santa Casa a raspadinha é cada vez mais o jogo preferido dos portugueses e o Placard já representa quase 14 por cento das vendas totais dos jogos.
Os 672 milhões entregues para apoio aos necessitados em 2016, representam, em relação a 2015, um aumento de 11,4% do valor distribuído. O que resulta do crescimento das vendas brutas dos Jogos Sociais no ano passado, que atingiram 2,7 mil milhões de euros. “Trata-se do valor mais alto de sempre, representando um aumento de cerca de 24% face à faturação global de 2015, e que demonstra, por um lado, a capacidade que o Departamento de Jogos tem tido na diversificação e evolução dos seus produtos e, por outro, a confiança, cada vez maior, que os portugueses depositam nas Boas Causas dos Jogos Sociais”, refere a SCML.
A Raspadinha representa já quase 50% das vendas globais dos Jogos, com 1359 milhões de euros de faturação em 2016. O Placard, lançado em 2015, registou um crescimento exponencial no ano passado, com 385 milhões de euros de faturação, cerca de 14% das vendas totais. As Apostas Mútuas (Euromilhões, Totobola, Totoloto, Milhão e Joker) mantêm a ligeira tendência de queda, ficando nos 34,6% das vendas totais em 2016. Também a Lotaria Nacional registou uma pequena quebra em relação a 2015.
Das verbas a distribuir pelos beneficiários sociais, definidas por lei, assim como as verbas a receber por cada um, destacam-se o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e o Ministério da Saúde, 34,5% e 16,4%, respetivamente. São ainda distribuídas verbas pelo Ministério da Administração Interna, nomeadamente para as áreas dos “riscos sociais” e “policiamento de espetáculos desportivos”, e pela Presidência do Conselho de Ministros, em concreto para “fomento cultural” ou para o Instituto Português do Desporto e Juventude. O Ministério da Educação é igualmente contemplado com as verbas dos Jogos Sociais, assim como as direções regionais do desporto da Madeira e dos Açores.
A SCML é um dos principais beneficiários, com 27,76 % dos resultados dos Jogos Sociais, o que em 2016 representou sensivelmente 200 milhões de euros, um acréscimo de 13,4% face a 2015. Os rendimentos dos Jogos Sociais representaram 85% das receitas correntes da SCML, que no exercício de 2016 ascenderam a 237 milhões, um aumento de 9,4% em relação ao ano anterior.
A administração da SCML tem vindo a apostar na “diversificação da origem do financiamento da instituição, como é exemplo a valorização do seu património, através do arrendamento de imóveis, o que gerou um aumento de receitas de 16,5% face a 2015”. A SCML teve um resultado líquido em 2016 de 21,1 milhões de euros, superior em 15,3 milhões de euros face ao ano de 2015, e superiores em 30 milhões de euros face ao previsto em orçamento. “Além da variação positiva da distribuição dos resultados dos Jogos Sociais, este resultado justifica-se por um controlo eficaz da despesa corrente, nomeadamente em compras, fornecimentos e serviços externos, verificando-se uma redução em relação a 2015, registando-se no ano passado 56,4 milhões de euros, menos 2,4 milhões de euros (-4,1%) que no período homólogo”, refere a SCML.
A Santa Casa destaca ainda que “ao nível da distribuição da despesa total, a Ação Social continua a representar a maior fatia, com 111 milhões de euros (55,7%), e a Saúde com 50 milhões (25,2%). Apesar do aumento em subsídios, bolsas e apoios financeiros e dos encargos com a gestão de equipamentos transferidos pelo Estado, as despesas correntes da Ação Social aumentaram apenas 0,9% face a 2015, num sinal claro de um esforço de contenção e gestão rigorosa dos recursos disponíveis. Também na área da Saúde o acréscimo das despesas correntes foi de apenas 1,2%”.

IRREGULARIDADE NO PAGAMENTO DE PRÉMIO DO PLACARD

IRREGULARIDADE NO PAGAMENTO DE PRÉMIO DO PLACARD

Reclamação

Reclamação

Recusa de pagamento de Prémio do Placard pela Santa Casa

Resposta (12)

Resposta (12)

Exmos. Senhores, Agradecemos desde já o vosso contacto, o qual mereceu a nossa melhor atenção. As regras relativas às Apostas Desportivas à Cota de Base Territorial, cuja exploração se encontra atribuída à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa sob a denominação comercial 'Placard', constam do Regulamento aprovado pela Portaria n.º 173/2015, de 8 de junho. Conforme oportunamente foi esclarecido ao ora reclamante, o resultado final do jogo n.º 288 do Placard, disputado no dia 12/12/2015 entre o Levski de Sófia e o Litex Lovech, foi oficialmente fixado pela Liga Búlgara de Futebol Profissional (PFG), tendo sido atribuída a vitória ao Levski de Sófia, pelo resultado de 3-0. Tal resultado foi reconhecido e homologado pelo Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nos termos e para os efeitos do disposto nos n.ºs 1 e 6 do artigo 20.º do mencionado Regulamento. Com efeito, nos desportos coletivos - como é o caso dos jogos de futebol -, a desistência de uma equipa só constitui motivo para cancelamento dos respetivos prognósticos quando essa desistência tenha sido declarada "antes do apito do árbitro que indica o início do evento desportivo em que aquela equipe participe" [cfr. alínea a) do n.º 7 do artigo 18.º do Regulamento], sendo certo que, no caso do jogo aqui em questão, a desistência por parte do Litex Lovech teve lugar e foi declarada já após o início do encontro desportivo. Nesta conformidade, não assiste qualquer razão ao reclamante, de resto como reiteradamente já lhe foi comunicado e explicado. Informamos, ainda, que os Formulários para Reclamações se encontram efetivamente disponíveis nos nossos mediadores, pelo que só por lapso ou deficiente compreensão o reclamante pode afirmar que os mesmos não existem nos locais de mediação dos jogos sociais do Estado. Estamos disponíveis para qualquer esclarecimento adicional através da Linha Direta Jogos, 808 20 33 77 das 8h às 24h todos os dias da semana. Joana Braga Jogos Santa Casa, uma boa aposta. departamento de jogos da scml Av. da Liberdade, 194 - 1269-275 Lisboa ' 808 203 377 E: jogos@jogossantacasa.pt Site: www.jogossantacasa.pt

Caro Jogos Santa Casa A interpretação feita pelo Departamento de Jogos do $7 do Regulamente é no mínimo extraordinária. Este artigo não refere que em caso de desistência o evento só pode ser cancelado se a desistência for declarada antes do inicio do jogo. Pelo contrário refere que, o prognóstico será cancelado se houver desistência antes do início do jogo. O título, e o assunto, é cancelamento, casos em que deve ser declarado o cancelamento, não é desistências. Esta disposição de Regulamento é até bastante compreensível, para esclarecer que, não só deve ser cancelado o evento que não chega ao fim, mas também o evento que não chega a ser iniciado, por desistência de uma das equipas. Efectivamente, poderia haver dúvidas pois o Departamento de Jogos poderia atribuir a vitória à equipa que não tinha desistido, por não se aplicar o preceito de “evento que não chega ao fim” referidos claramente nos parágrafos 3 e 4 do mesmo Art. 18º O departamento de Jogos infelizmente não tem qualquer ponta de razão na sua argumentação: - Não cumpre o Art. 18º nº 3 e nº 4 que mandam cancelar qualquer prognostico de evento que não chegue ao fim. - Não cumpre o Art. 20º nº 4 que diz que só podem valer para homologação os resultados do terreno de jogo - Não cumpre o Art. 20º nº 5 que manda ignorar (para este efeito) as decisões resultantes de medidas disciplinares ou das autoridades competentes (no caso, a Liga Búlgara de Futebol) - Não cumpre, ou não faz cumprir, como devia, o Art. 21º nº 2 que obriga a que os mediadores tenham um impresso para Reclamações disponível para os apostadores; - neste aspecto tenho 2 reparos: 1 – Convido uma pessoa responsável a acompanhar-me a 3 mediadores que utilizo, aqui no Funchal, e que não sabem da existência de tal formulário. 2- Após tanta correspondência, já me poderiam ter enviado uma cópia desse tal formulário para ao menos eu saber do que se trata. Em jeito de comentário final, permitam-me apontar outra fragilidade desta interpretação abusiva que o Departamento de Jogos faz da alínea a) do nº 7 do Art. 18º: Esta interpretação considera que uma desistência corresponde a derrota. Estou completamente de acordo, em termos desportivos. Mas em termos de Apostas, isto não é bem a mesma coisa. Neste mundo, das apostas, considerar a desistência como derrota poderá facilitar a vida aos batoteiros, aos resultados combinados, etc. Creio que não é por acaso que o Regulamento, ainda no Art. 18º nº 7, alínea b) (Ténis) reforça que devem ser canceladas as apostas em eventos que não chegam ao fim, por desistência. Trata-se de equipas individuais ou de 2 pessoas no máximo, que podem ser influenciadas. Se quiserem perder de propósito, a desistência por uma pequena lesão ou coisa parecida, influencia o resultado e poupa-os de fazer má figura, ou de perder prestígio. Parece-me claro que todos os eventos que sofram de quaisquer perturbações que os impeçam de ser devidamente concluídos devem ter as respectivas apostas canceladas. É pelo menos isso que está no Regulamento, felizmente. Basta cumpri-lo. Cumprimentos Jorge Ferreira

Hóquei em patins: Resultados dos 32 avos de final da Taça de Portugal

Hóquei em patins: Resultados dos 32 avos de final da Taça de Portugal

Resultados dos 32 avos de final da Taça de Portugal de hóquei em patins com 7 equipas do Minho apuradas:

(+) Apurados para os 16 avos de final, cujo o sorteio se realiza no dia 13 de janeiro, às 18:00.

Taça de Portugal: Conheça os adversários das equipas do Minho

14 anos depois, Famalicense regressa à I divisão de hóquei em patins

1.ª eliminatória da Taça de Portugal com quatro dérbis minhotos

Hélder Nunes marca golo de outro mundo pelo Barcelona

Óquei de Barcelos ‘repescado’ para a Liga Europeia de 2020/21

Conselho de Disciplina instaura processos a Sérgio Conceição e FC Porto

Aqui chegado…

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Futebol

Fernando Santos igualou 74 jogos de Luiz Felipe Scolari

Fernando Santos igualou hoje o brasileiro Luiz Felipe Scolari na liderança do ‘ranking’ de selecionadores portugueses de futebol com mais jogos, ao cumprir o 74.º face à Espanha, num particular que terminou empatado a zero, em Alvalade.

Quase seis anos após a estreia, a perder, num particular em França (1-2), em 11 de outubro de 2014, o técnico luso, que completa 66 anos no sábado, juntou-se ao técnico que orientou a seleção entre 12 de fevereiro de 2003 e 19 de junho de 2008.

Nos mesmos 74 encontros, Fernando Santos conta mais quatro vitórias (46 contra 42) do que o técnico ‘canarinho’, somando menos um empate (17 contra 18) e três derrotas (11 contra 14).

Em matéria de golos, o atual selecionador luso também já lidera o ‘ranking’, uma vez que, no seu ‘reinado’, Portugal marcou 147 golos, contra os 144 da ‘era’ Scolari, liderando também o ‘mano a mano’ com o brasileiro nos tentos sofridos (54 contra 62).

O treinador que passou por Benfica, FC Porto e Sporting antes de chegar à seleção lusa ‘domina’ o brasileiro em quase todos os dados ‘numéricos’, sendo que o mais significativo é, sem dúvida, o dos títulos: nesse aspeto, é um ‘expressivo’ 2-0.

Como Fernando Santos, Portugal conseguiu os primeiros ‘canecos’ em quase 100 anos de história, com o triunfo no campeonato da Europa de 2016, em França, e na edição inaugural da Liga das Nações, cuja fase final decorreu em solo luso, em 2019.

Ainda assim, Scolari também fez história, ao ser o primeiro a conduzir Portugal à final de uma grande competição, o Europeu de 2004, para sofrer a maior desilusão de sempre, com o desaire por 1-0 face à Grécia, em pleno Estádio da Luz.

Em Mundiais, o treinador brasileiro, atualmente com 71 anos, fez mesmo melhor do que o atual selecionador, ao levar a seleção lusa às meias-finais da edição 2006, realizada na Alemanha.

O conjunto comandado por Scolari, que chegou a essa competição como detentor do título, depois de conseguir o penta para o Brasil em 2002, apenas caiu nas meias-finais, face à França (0-1), depois de mais um penálti de Zinedine Zidane – em 2000 foi nas ‘meias’.

Por seu lado, Fernando Santos não conseguiu melhor do que atingir os oitavos de final, em 2018, ao perder por 2-1 com o Uruguai, culpa de Edinson Cavani, o avançado que o Benfica tentou, sem sucesso, contratar para a época 2020/21.

Scolari chegou à seleção após o fracasso de António Oliveira no Mundial de 2002, no qual Portugal, com a sua ‘geração de ouro’, foi afastado na fase de grupos, e saiu, já com contrato assinado com o Chelsea, após ‘tombar’ face à Alemanha (2-3) nos ‘quartos’ do Europeu de 2008. Seguiu-se a segunda ‘era’ Carlos Queiroz.

Quanto a Fernando Santos, sucedeu a Paulo Bento, que sucumbiu a uma derrota caseira face à Albânia (0-1) a abrir o apuramento para o Euro2016, depois de já não ter ultrapassado a fase de grupos do Mundial de 2014, realizado no Brasil.

Depois de igualar os 74 jogos se Scolari, face à Espanha, o atual responsável máximo pela formação das ‘quinas’ vai isolar-se no ‘ranking’, com 75, no domingo, face à França, em Saint-Denis, onde selou o título europeu, agora num jogo para a Liga das Nações.

No que respeita apenas a jogos oficiais, os números de Fernando Santos são ainda mais impactantes: em 49 jogos, mais seis do que Scolari, soma mais nove vitórias (34/25), mais um empate (12/11), menos quatro derrotas (3/7), mais 23 golos marcados (104/81) e mais um sofrido (33/32).

Seis meses depois, o hóquei em patins voltou: e o Benfica venceu o FC Porto na Luz no arranque do Campeonato

O hóquei em patins voltou ao fim de seis meses e depois de a temporada passada ter acabado sem campeão nacional. No arranque do campeonato, o Benfica goleou o FC Porto na Luz por 7-3.

▲ Os encarnados abriram o marcador nos primeiros minutos e nunca permitiram grande espaço aos dragões

▲ Os encarnados abriram o marcador nos primeiros minutos e nunca permitiram grande espaço aos dragões

O hóquei em patins foi uma das modalidades que parou por completo para não mais regressar não só em Portugal como no resto do mundo. A 29 de abril, a Federação Portuguesa de Patinagem, em conjunto com as de voleibol, basquetebol e andebol, anunciou que as temporadas de todos os escalões de hóquei em patins em Portugal estavam canceladas, devido à pandemia, e que nenhuma teria campeão. No dia seguinte, foi a vez de a Confederação Europeia de Patinagem anunciar a interrupção definitiva da Liga Europeia e Taça Europa, onde ainda estavam Benfica, FC Porto, Oliveirense, Óquei de Barcelos e HC Braga, assim como o cancelamento do Europeu onde Portugal chegava como campeão do mundo.

Quer isto dizer que a 1.ª Divisão, terminada no final de abril, teve os últimos jogos no início de março: na altura, o Benfica venceu o HC Braga, o FC Porto goleou o Óquei de Barcelos e o Sporting derrotou o Sanjoanense. À data da interrupção, os encarnados estavam na liderança da classificação, com mais três pontos do que o Sporting, mais cinco do que a Oliveirense e mais sete do que o FC Porto. Este sábado, o campeonato nacional de hóquei em patins recomeçou e logo com um clássico entre Benfica e FC Porto na Luz.

Os encarnados abriram o marcador, com um golo do capitão Valter Neves (7′), e confirmaram uma boa entrada na partida. O passar dos minutos trouxe um ensaio de reação do FC Porto, que começou a ter mais posse, mas o Benfica marcou duas vezes em poucos instantes e anulou o melhor período dos dragões: Gonçalo Pinto aumentou a vantagem (18′) e bisou logo depois (20′), num lance brilhante de Diogo Rafael, que arrastou toda a defesa adversária para depois assistir o avançado de 23 anos. Xavier Barroso reduziu o resultado com um grande golo (23′) e Ordoñez fechou as contas da primeira parte logo depois (24′), com o quarto golos dos encarnados.

Na segunda parte, Nicolía fez o quinto golo do Benfica (28′) e Ordoñez bisou com direito a um pormenor técnico acima da média (36′). Os encarnados mantiveram a total superioridade e chegaram ao sétimo golo, por intermédio de um livre direto de Nicolía (43′), e o FC Porto ainda reduziu a desvantagem graças a um bom lance de Gonçalo Alves, que tirou dois adversários da frente antes de concretizar (44′), e a outro remate de Xavier Barroso (47′). Mesmo nos últimos segundos, Rampulla desperdiçou outra grande penalidade e o resultado ficou fechado nuns esclarecedores 7-3.

O Benfica arranca o campeonato nacional de hóquei em patins com uma vitória confortável e uma exibição confiante que não deu qualquer hipótese ao FC Porto. Ainda este sábado, às 18h, o Sporting também se estreia na nova temporada, com uma visita ao HC Tigres de Almeirim.

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